quarta-feira, 31 de março de 2010

GOTA/DOENÇA

Gota
Doença inflamatória que ataca principalmente as articulações e, se não tratada a tempo, pode debilitar órgãos como rins e fígado.


O que é?
A gota acontece quando há um acúmulo de ácido úrico no sangue. Isso pode acontecer tanto pela produção excessiva quanto pela eliminação deficiente da substância. A doença já foi caracterizada como de nobres e ricos, pois carnes e vinho tinto podem desencadear a crise.



(1). A articulação do pé, por ser naturalmente desprotegida, é geralmente a primeira a ser atingida pela gota. A dor é aguda e súbita e a região onde a crise acontece fica vermelha e muito inchada. Os sintomas da primeira manifestação da doença duram entre três e quatro dias.
(2). Se não for feito um tratamento devido desde a primeira manifestação da gota, as crises continuarão e poderão atingir outras articulações como as do joelho.
(3). As articulações dos dedos, punho, cotovelo, mãos e ombros também poderão ser atingidas.
(4). A chamada gota crônica é o estágio mais sério da doença, pois as complicações já se instalaram em outros órgãos do corpo, além das articulações. Neste caso, podem surgir por exemplo deformidades e defeitos irreversíveis nas articulações.

Ácido úrico
Quando as células do corpo são destruídas para que novas células se instalem no organismo, os núcleos de cada uma eliminam substâncias que devem ser excretadas pelo corpo. O ácido úrico é uma delas e deve ser jogado fora pela urina.


A incidência
2% da população mundial sofrem de gota;
Entre os doentes, há uma mulher para cada oito homens.


O processo da doença
O tecido conjuntivo é o que fica na união de um osso com outro, na articulação. O ácido úrico costuma ser solúvel neste tecido. Quando sua concentração aumenta (em um organismo com pré-disposição genética para sofrer a doença), a gota pode se manifestar.

 

Um trauma ou uma agressão nas articulações costuma ser o principal desencadeador da gota. A articulação do dedão do pé é a mais delicada do organismo, pois é pouco protegida. Se, por exemplo, o indivíduo caminhar muito durante o dia com sapatos fechados, tende a ficar com os pés inchados.
A cristalização do ácido úrico provoca a ação dos neutrófilos, células de defesa do organismo que engolem os cristais. Como a quantidade de cristais é muito grande, muitos neutrófilos atuam e provocam a inflamação do tecido. Com isso, vem a crise aguda da gota.
Na maioria das vezes, a primeira crise acontece nos pés. Frequentemente na articulação do dedão. Com menor freqüência, na parte de baixo do pé ou no tendão de Aquiles. O sintoma imediato é a dor.
Imediatamente, o pé (ou a parte do corpo acometida pela crise) fica inchado, vermelho e quente. A primeira crise dura cerca de três dias, a segunda vem em torno de dois anos depois e pode permancer por mais tempo, com dores menos intensas. Se a gota não for tratada com atenção desde sua primeira manifestação, é possível que a doença atinja outras articulações, como joelho, cotovelos, mãos e se torne crônica, com crises permanentes.

Tratamento
A gota não é uma doença que se possa prever. Só se trata do problema quando ele é identificado. O tratamento é feito com remédios capazes de reduzir a produção do ácido ou de aumentar sua eliminação pela urina. Para a hora da crise, os medicamentos mais usados são os antiinflamatórios.
Evitar alimentos com muito ácido úrico, como fígado ou animais pequenos e bebidas como vinho tinto e cerveja, também faz parte do tratamento.

A gota nos rins
Se o cristal do ácido úrico se depositar nos rins, a doença está em um estágio mais grave. A cada inflamação, o rim cicatriza e se retrai. Essa retração deixará as artérias mais estreitas. O sangue terá mais dificuldade de passar. Para tentar resolver o estreitamento arterial, o organismo secreta uma substância, chamada angiotensina, que aumenta a pressão sangüínea. Entretanto, essa hipertensão não acontece apenas no rim, mas em todo o organismo. Assim, a gota pode levar às doenças conseqüentes da hipertensão, como infarto do miocárdio ou derrame.

Fatores que desencadeiam a crise:
Trauma nas articulações






Alimentos ricos em ácido úrico, como fígado, animais pequenos, como codornas, peixes, entre outros.






O álcool provoca acúmulo do ácido úrico nos rins.






Por: Maria de Lourdes Silva


terça-feira, 30 de março de 2010

CÂNCER DE CÓLON/RETO

O QUE É?
São tumores malignos, cânceres frequentes do aparelho digestivo (intestino grosso), geralmente são assintomáticos, mas  quando apresenta sinais/sintomas são: Sangramento anal, eliminação de muco junto com as fezes, dores localizadas no intestino grosso, etc.

O DIAGNÓSTICO é feito através de um exame chamado colonoscopia, é um exame que localiza os tumores de cólon e reto, ao mesmo tempo em que possibilita, através da biopsia (retirada parcial ou total do tumor).

PREVENÇÃO
Uma dieta rica em fibras, frutas, vegetais, cálcio e pobre em gorduras é considerada uma dieta preventiva.A ingestão excessiva e prolongada de bebidas alcóolicas deve ser evitada.Como prevenção é indicada uma dieta saúdavel e a prática de exercicios.

Por: Maria de Lourdes Silva.

sexta-feira, 26 de março de 2010

INFLAMAÇÃO

A inflamação ou processo inflamatório é uma resposta dos organismo vivos homeotérmicos a uma agressão sofrida. Entende-se como agressão qualquer processo capaz de causar lesão celular ou tecidual. Essas resposta padrão é comum a vários tipos de tecido e é mediada por diversas substâncias produzidas pelas células danificadas e células do sistema unitàrio que se encontra eventualmente nas proximidades da lesão.


TIPOS DE INFLAMAÇÃO
Aguda- É aquela que se instala rapidamente, como por exempo após um acidente onde ocorre lesão tecidual de forma súbita.
Crônica- Se instala de forma lenta e insidiosa, como por exemplo as doenças reumatóide e o lupus eritematoso sistêmico.

Também é possível classificar a inflamação segundo algumas características peculiares, exemplo:

Adesiva – inflamação na qual existe uma quantidade de fibrina que provoca a aderência entre tecidos adjacentes.

Alérgica – desencadeada por mecanismos alérgicos, como sucede, por exemplo, na asma e na urticária.

Atrófica ou Esclerosante – aquela que evolui para a organização do exsudato inflamatório de que resulta cicatrização e atrofia da região afectada.

Catarral – processo que é mais frequente na mucosa do aparelho respiratório mas que pode atingir outras mucosas. É caracterizada, fundamentalmente, por hiperemia dos vasos, edema tissular e secreção de muco de consistência viscosa.

Crupal – inflamação fibrinosa com produção de falsas membranas não diftéricas.

Eritematosa – inflamação congestiva da pele.

Estênica – forma aguda com fenômenos circulatórios e calor intensos.

Fibrinosa – forma exsudativa em que existe uma grande quantidade de fibrina coagulável.

Granulomatosa – processo crônico proliferativo com formação de tecido granuloso ou granulomas.

Hiperplásica ou Hipertrófica – cursa com neoformação de fibras de tecido conjuntivo.

Intersticial – variedade na qual a reacção inflamatória se localiza preferencialmente no estroma e no tecido conjuntivo de suporte de um órgão.

Necrótica – processo intenso com produção de um foco de necrose.

Inflamação parenquimatosa – aquela que atinge primordialmente a estrutura nobre e funcional de um tecido ou seu parênquima.

Proliferativa – aquela em que o aspecto mais característico é o grande número de macrófagos com neo-formação tecidual.

Purulenta ou Supurativa – inflamação em que se forma pús.

Reactiva – a forma que surge à volta de um corpo estranho.

Reumática – surge como resposta à existência de doenças reumatológicas, ou seja, acometendo primordialmente as articulações.

Serosa – aquela em que a exsudação é essencialmente serosa ou de aspecto semelhante ao soro.

Térmica – provocada pelo calor.

Tóxica – devida a uma substância tóxica ou veneno.

Traumática – surge como consequência de um traumatismo.

IMAGEM PROCESSO INFLAMATÓRIO
Abscesso na pele, mostrando edema e hiperemia característico da inflamação, com área central necrótica de cor escura.

Por/ Maria de Lourdes Silva.

quarta-feira, 24 de março de 2010

PIGMENTO: Melanina



O que é?

• A melanina é um pigmento que se encontra na pele.


• A melanina é uma substancia castanho-escura que se encontra na epiderme, nos cabelos e também na retina e na íris.


• Absorve os raios ultravioletas nocivos do sol, impedindo-os de lesionar o corpo.


• A exposição ao sol (raios ultravioleta) aumenta a produção de melanina (na tentativa de defender o próprio corpo)e escurece ou bronzeia a pele.


• As pessoas de pele escura têm muita melanina, as de pele clara têm pouca, embora às vezes ganhem pequenas manchas mais escuras, denominadas sardas.


• A produção de melanina é controlada por um único gene, as pessoas a quem falta esse gene são designadas por albinas, têm a pele muito pálida e cabelo branco ou loiro muito claro.


• Mesmo as pessoas que normalmente têm grande qualidade de melanina, necessitam ter cuidado!

use protetor solar sempre!!!

Rafaely Araujo Mariano
VITILIGO

O que é?


• É uma doença caracterizada pela despigmentação da pele, formando manchas acrômicas de bordas bem delimitadas e crescimento centrífugo.


• Também é possível que haja despigmentação do cabelo. É freqüente em 1% da população e, em 30% dos casos, há ocorrência familiar.


• O diagnóstico em doentes com patologias oculares é significantemente maior que na população em geral.


• Eventualmente, o vitiligo surge após  traumas  ou queimaduras solares.


  • Como se adquire?

Teoria Imunológica:


Admite que o vitiligo é uma doença auto-imune pela formação de anticorpos antimelanócitos. É associada a doenças imunológicas, tais como diabetes, anemia perniciosa, lúpus, esclerose, síndrome de Down, tireoidite de Hashimoto, entre outras.


Teoria Citotóxica:


É possível que os metabólitos intermediários - dopaquinona e indóis - formados durante a síntese da melanina, possam destruir as células melanocíticas.


Teoria Neural:


Um mediador neuroquímico causaria destruição de melanócitos ou inibiria a produção de melanina..






  • Como se previne?

Não existe método de prevenção para a doença ou para sua progressão.



VAMOS DIZER NÃO AO PRECONCEITO,
TONALIDADES DA PELE NÃO IDENTIFICA PERSONALIDADE!!!
RAFAELY ARAUJO MARIANO

TATUAGEM

TATUAGEM

sábado, 20 de março de 2010

Pigmentações Patológicas

O acúmulo anormal de pigmentos ou a sua diminuição também são indicativos de que a célula sofreu agressões.Uma pigmentação anormal é mais um sinal de perda da homeostase e da morfostase celular portanto é patologica.

A pigmentação patológica pode ser exógena cujos pigmentos são de origem externa ao organismo, ou endógena, formada a partir de pigmentos naturais do corpo.

Vemos aqui alguns exemplos de pigmentos: Em A e B, visualizamos pigmentos exògenos e em C e D endógenos.

( Lourdes)