sexta-feira, 21 de maio de 2010

Trabalho da V Semana de Enfermagem - Apresentação

Trabalho Exposto sobre Assistência de Enfermagem a paciente idosa acometida por úlcera venosa.
Tipo: Estudo de Caso
Relatora do trabalho Rafaely Araújo Mariano
Vanessa Jucá, Maria Elaine Silva, Cleovaldo Menezes (Orientador)





Da Esquerda para Direita: Maria Elaine, Vanessa Jucá, Enf. Elaine, Rafaely.

Apresentação do Trabalho em Poster

Postado por: Rafaely Araújo

Palestra sobre Câncer da Tireóide

Quarta-feira dia 19 de maio tivemos a satisfação de assistir a uma palestra ministrada pela Enfermeira e Pedagoga Dulcinéia sobre câncer de tireóide.

O câncer de tireóide é um dos tipos mais raros e tambèm mais tratáveis. Geralmente acomete mais pessoa do sexo feminino nas quais a chance de dura também é maior.
 Os dois tipos de câncer da tireóide encontrados mais freqüentemente são:
• Câncer folicular, que costuma surgir depois dos 30 anos.
• Câncer papilar, que costuma atingir mais mulheres e crianças. 

A retirada do câncer se dá por cirurgia, que pode envolver remoção total ou parcial da glândula.
Após a retirada total da glêndula(tireoidectomia) os pacientes fazem tratamento com iodo radioativo, com o bojetivo de eliminar células cancerosas que podem não ter sido retiradas na cirurugia.

Além do conhecimento a Dulcinéia nos passou uma linda mensagem de fé, coragem e superação.
AGRADECEMOS AO PROF. FLÁVIO POR TER PROPORCIONADO ESSE MOMENTO E ESSA OPORTUNIDADE MARAVILHOSA!

(Alexandra Fernandes)

Distúrbios Hemodinâmicos - CHOQUE

Sìndrome clínica caracterizada pele incapacidade do sistema circulatório de manter uma irrigação sanguínea adequada da microcirculação, com a consequente perfusão inadequada dos órgãos vitais.

- Falência da perfusão sistêmica
- Isquemia de todo o corpo
- "parada da circulação sanguínea"

O choque pode ser:
Hipovolêmico= resultante de hemorragia
Séptico=  resultante infecção bacteriana a qual faz com que todos os vasos se abram ao mesmo tempo, de forma que o sangue circulação muito lentamente.
Cardiogênico= resultante da dificuldade do músculo cardíaco em contrair.

(Alexandra Fenandes)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

DISTURBIOS HEMODINÂMICO

Disturbio de Perfussão

Hiperemia é o excesso de sangue nos capilares e pequenos vasos de um órgão.
Existe a hiperemia ATIVA e PASSIVA;

ATIVA- Aumento do suprimento de sangue a partir do sistemaarterial, causado por dilatação arteriolar e recrutamento de mais capilares;

PASSIVA- Essa congestão decorre de um impedomento à saida de sangue através das vias venosas.Pode ser aguda ou crônica.A congestão passiva aguda ressulta em ingurgitamento venoso levando ao acúmulo de trasudato.

 
HEMORRAGIA- É o escape de sangue da circulação para os tecidos circunvizinhos ou para o exterior do corpo.Pode ser causadapor traumatismo acidental, procedimento cirúrgico, aterosclerose, ruptura de aneurisma, etc.

TROMBOSE- Refere-se a formação de um trombo, um agregado de sangue coagulado com plaquetas, fibrinas e elementos celulares oprisionados no interior da luz de um vaso sanguíneo.

EMBOLIA- É a passagem, através da circulação, de material capaz de se alojar em um vaso sanguíneo e obstruir a sua luz.

INFARTO- Refere-se a presença de excesso de liquidos no espaços intersticiais do corpo.

CHOQUE- É uma condição de disturbio hemodinamico e metabólico profundo, caracterizado por falha do sistema circulatório em manter um suprimento sanguíneo apropriado à microcirculação, com decorrente perfusão inadequada de órgãos vitais.

Por/ Lourdes.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

PAPILOMAVIROSE VULVAR

Na infecção genital causada pelo HPV, o vírus pode comportar-se de três formas, determinando respostas distintas no hospedeiro, a saber:

1- Expressar-se através de uma das diversas formas clínicas e subclínicas. As lesões viróticas puras, sem atipias, são de bom prognóstico e comumente causadas pelos HPV 6 e 11, chamados de baixo risco ou não-oncogênicos.

2- Atuar como co-agente na transformação  atípica do epitélio, expressando-se como lesões pré-malignas e malignas.Estas lesões estão comumente relacionadas com os HPV 16,18,30,31,33,34 e 35 ditos de alto risco ou oncogênicos e de mau prognóstico.
        Em relação à vulva, Reid et al.(1987) mostraram que os HPV 6 e 11 estavam associados com lesões condilomatosas em 78% dos casos, enquando que o HPV 16 estava relacionado, em 77% das pacientes, com lesões vulvares de grau histológico mais severo.

3- Permanece latente, portanto, sem expressão clínica ou cito-histológica.ferenczy (1985) foi o primeiro a mostrar a presença do HPV em áreas sadias perilesionais,Campion (1987) revelou que 48% das mulheres atendidas em clínica de Doenças Sexualmente Transmissíveis eram ppsotivas para HPV, apesar de apresentarem citologia e colposcopia negativas; além disto, 25% destas pacientes eram positivas para o HPV 16.

VERRUGAS
A infecção anogenital causada pelo HPV é, em sua maioria, bastante característica e fácil de reconhecer.Localiza-se, preferentemente, na vulva, meato uretral, períneo, ânus, colo uterino e vagina.
Na vulva, a localização mais comum é a fúrcula, seguida dos pequenos lábios, vestículo e grandes lábios.A região menos atingida é a clitoriana.

Referência: HPV Infecção Genital Feminina e Masculina * Jacytho * Almeida Filho * Maldonado
Por/ Lourdes.

terça-feira, 4 de maio de 2010

A MEMBRANA BASAL

As membranas basais são constituídas por colágeno do tipo IV, laminina e proteoglicanos associados nos matrissomos. A integridade das membranas basais é importante para manter a atividade funcional dos epitélios sob os quais se localizam, além de ser indispensável para a função de filtro que controla a passagem de macromoléculas e de agregados moleculares.


CORRELAÇÕES CLÍNICAS


  • Diabetes: problemas de cicatrização e circulação, às vezes somado a um engrossamento das membranas basais e mais quantidade de colágeno tipo IV e laminina.

  • Deficiência de adesão leucocitária: é genético, os leucócitos precisam das integrinas para aderir-se à membrana basal e como consequência aparecem infecções agudas bacterianas e fungicas de pele e mucosas.

  • O grau de destruição do tecido de sustentação é um dos fatores que determina o tipo de reparação do teciso lesionado.
GLOMERULONEFRITE MEMBRANOSA

Referências: Bogiolo, patologia geral / [editado por] Geraldo Brasileiro Filho. - 4.ed. - Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2009.

Elisama Cruz

segunda-feira, 3 de maio de 2010

TRANSDUÇÃO DE SINAL

Quando um agente sinalizador se liga ao receptor, são enviados sinais ao núcleo, ou sela, sinais extracelulares são convertidos em sinais intracelulares, os quais geram respostas celulares específicas levando à alteração na regulação de expressão gênica.. Este processo de envio de sinais é denominado TRANSDUÇÃO DE SINAL!

(Alexandra Fernandes)